terça-feira, 11 de novembro de 2014

Verão de S. Martinho

A verdade é que, ao contrário do que estava previsto, o sol hoje brilha...
independentemente das muitas nuvens que ameaçavam fazer deste S. Martinho 
um dia cinzento!


quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Este fim de semana...


 
  

Novembro, mês do mar...

Dia 16 de novembro assinala-se o Dia Nacional do Mar. Por isso, é natural que este mês se multipliquem os eventos relacionados com este mar que nos rodeia...

A primeira é já HOJE na Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar – ESTM: às18H00 inaugura, no Átrio da ESTM, a Exposição "EU E O MAR: Profissões Tradicionais de Peniche" (estará patente até 30 de novembro). Segue-se a projeção do 1º filme do Ciclo de cinema "Vivendo (d)o Mar", que terá lugar no Anfiteatro da ESTM nas próximas Quintas-feiras. Hoje, "PENICHE E AS BERLENGAS" (1960). No próximo dia 13 de novembro passa "É O AMOR" (2013) e no dia 20 será a vez de "LEVIATHAN" (2012).

sábado, 1 de novembro de 2014

Mood



Não sei bem explicar porquê mas NOVEMBRO é um dos meses que mais gosto...por isso, hoje estou assim: 
em modo "saudação" a este mês 
acabadinho de chegar! 
É o mês em que o outono vem para ficar, com tudo aquilo que tem de bom: as broas, os frutos secos, a castanha assada e as cores quentes...o verão de São Martinho, as rotinas aconchegantes...o Natal mais pertinho,as ruas iluminadas...um friozinho que chega por entre raios de sol e céu azul...
Bem-vindo sejas, doce novembro...gosto de ti!

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

"Superfícies, texturas e pavimentos..."

No próximo dia 1 de novembro, pelas 16h00, inaugura na Fortaleza de Peniche a exposição "Superfícies, texturas e pavimentos na orla costeira de Peniche", da autoria de Francisco Félix.
Este projeto nasceu na rede social Facebook, com a publicação diária de fotografias através das quais o autor procurava divulgar as singularidades dos troços costeiros do concelho de Peniche. 
Do conjunto de imagens divulgado online, Francisco Félix selecionou algumas, captadas entre outubro de 2013 e julho de 2014, numa zona entre a Papôa e os Remédios, registando alguns dos locais de referência geológica local, como a Ponta do Trovão, Prainha do Abalo, Baixa do Outeiro e Frei Rodrigo. São essas que estarão expostas até ao dia 11 de janeiro de 2015...
Para saberem mais, cliquem aqui.


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Café-concerto

É já na próxima sexta feira, dia 31 de outubro, pelas 21 horas, na Academia de Música Stella Maris (em frente ao Lar de Stª Maria) que os professores da Academia irão "dar música" a todos aqueles que forem até lá. 
O conceito é um de um Café-Concerto, com música e bom convívio, temperado por uma ou outra bebida e um ou outro petisco doce ou salgado...
O convite fica feito, já que a entrada é livre!

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Lição de português

O site Cultura X publicou há cerca de um mês - sob o título "Não matem o Português!" – 15 erros que parecem de putos da primária - um artigo sobre os 15 erros mais recorrentes no português falado e, sobretudo, escrito. 
Como este é um daqueles assuntos que me diz muito, aqui ficam as dicas (escritas até com alguma graça), fazendo votos para que, pelo menos os que o lerem, não voltem a asneirar... e a nossa língua seja respeitada como merece!
1. Hades 
“Hades cá vir bater à porta! Hades, hades”! Não, não hades. Porquê? Porque Hades é um deus da mitologia grega, o deus dos mortos, e nada mais do que isso. A forma correcta desta expressão é ‘hás-de‘, que deriva do verbo haver (como podes verificar nos diapositivos seguintes, este verbo safado é causador de muita confusão desnecessária). A expressão ‘hadem’ também não significa o mesmo que hão-de, e essa nem sequer é um deus grego. É só mesmo uma palavra inventada e feia.


2. Trás/Traz 
A cada dia que passa, lá vemos um pontapé nestas duas palavras que nada têm que ver uma com a outra. Façam lá o favor de aprender: ‘trás’ é o contrário de ‘frente’ e ‘traz’ é uma conjugação do verbotrazer, na 3ª pessoa do singular. Não podem confundir, porque estão tão relacionadas uma com a outra como a Manuela Moura Guedes está relacionada com o avião desaparecido da Malaysia Airlines. “Traz-os-Montes”? Não! Ninguém traz os montes! “Ele trás o carro” também não está minimamente correcto.

3. Morto, morrido, matado 
Apesar de aparecer muito frequentemente na internet e até na televisão (é triste, mas é verdade), a expressão “depois de ter morto a mulher” está completamente errada! Morto é a condição de não estar vivo, simplesmente. Ponto final, não há outro uso para esta palavra. O que se deve dizer é “depois de ter matado a mulher”, que, apesar de ser feio e de até soar ligeiramente mal, está mais do que correcto! Portanto parem de dizer “ter morto”. Quem está morto é o Português, por causa deste tipo de coisa. O mesmo se aplica a outros verbos, como, por exemplo “ter limpo”/”ter limpado”.

4. Crer/querer 
Nós cremos que não fazem por mal, mas queremos fazer o reparo na mesma. Há por aí muita gente que, infeliz e injustificadamente, não sabe a diferença entre os verbos querer e crer. Pois o Cultura X está cá para explicar: crer é o mesmo que acreditar, e não é, de todo, sinónimo de querer. Ok? Como sabes, dizer “eu creio” não é a mesma coisa que dizer “eu quero”. “Ó mãe, eu hoje creio comer hambúrguer” não faz sentido, pois não? Então não confundas estes dois verbos, para o bem de todos nós.

5. Mais bem, mais bom 
E esta? Ui, menino! É certo que, em algumas situações, “mais bem” ou “mais bom” devem ser substituídos por “melhor”. NO ENTANTO, isto nem sempre acontece! Dizer coisas como “isto está melhor escrito” é tão errado como piratear e publicar fotos privadas das celebridades. A expressão correcta é – e sempre será – “isto está mais bem escrito”! Pode ser?

6. Hífenes
Todos os dias passamos pelo Facebook e vemos um monte de palavras nas quais tu colocas-te um hífen onde não o havia. Já agora, não reparaste em nenhum erro na frase anterior? Então foste mesmo tu, seu/sua delinquente!

Por favor, não confundam ‘passas-te’ com ‘passaste’, ‘colocas-te’ com ‘colocaste’ e muito menos ‘passamos’ com ‘passa-mos’.
‘Colocaste’ está no Pretérito Perfeito e o equivalente na 1° pessoa é ‘coloquei”. ‘Colocas-te’ está no Presente do Indicativo e o equivalente na 1° pessoa será ‘coloco-me’. Já de ‘passamos’ para ‘passa-mos’, altera-se o modo, o tempo, e até a pessoa!
Este é o erro mais comum na net, o mais absurdo, o mais horrível, e o que mais vontade dá de pontapear o ecrã do computador.
Tirar hífenes de onde deviam estar, fazendo o processo oposto, é um atentado igualmente grande.

7. Há / à / á 
Não  aqui nada que enganar (ou, pelo menos, não era suposto haver). O primeiro é uma conjugação do verbo haver, o segundo é uma contracção e o terceiro é estúpido.

Quando dizemos “Já vi esse filme há uma semana”, estamos a dizer que já passou uma semana desde que vimos o filme, utilizando o verbo haver para o efeito. Dizer “à uma semana” é ridículo, pois o à é simplesmente uma contracção da preposição a com o artigo definido/pronome demonstrativo femininoa, e usa-se apenas em frases como “amanhã vou à praia”. A terceira opção, o á, é apenas estupidez, porque nem sequer existe como palavra, isolado.

Entendido? “Não vou há praia à uma semana” está, portanto, completamente errado.



8. Ç 
Por vezes, vemos pessoas a escrever frases inspiradoras no Facebook, ou mesmo a partilhar imagens com frases que já têm centenas de partilhas, e aparece, lá no meio, uma “palavra” bela: “Voçê”. É um dos grandes problemas dos jovens, apesar de todos terem sido ensinados em condições no primeiro ou segundo ano de escolaridade.

A regra é a seguinte: um C lê-se sempre como um Q, excepto quando se encontra antes de um e ou de um i, casos em que se lê como “ss”. Ou seja, sempre que vem antes de um ou de um i, nunca leva cedilha! NUNCA. Portanto, chega de “voçês”, chega de “apareçe” e de coisas semelhantes.


9. Assério 
Algumas pessoas decidiram pegar na expressão “a sério” e fundir as duas palavras, formando a magnífica palavra “assério”, ou mesmo, em casos mais extremos, “acério”, ou “asério”, que nem sequer se lê da mesma maneira (estamos a contar o tempo até começarem a escrever “açério”). Aparece várias vezes nas redes sociais e não fazemos ideia de onde foram desencantar isto. Fomos verificar e, no teclado do computador, a letra S nem sequer está próxima da barra de espaços, pelo que não pode ser um erro de tipografia. Por favor parem com isso. De cada vez que o fazem, morre um panda na China. Assério!



10. Concerteza 
Mais duas palavras unidas, mais um pobre panda morto. Pouco há para dizer também acerca desta palavra, mas com certeza que está errada. A expressão correcta é como acabámos de a escrever, com duas palavras separadas, pelo que “concerteza” é apenas obra do demónio.



11. Já mais 
Só para que não digamos que só andam aí a fundir palavras à toa, o pessoal presenteia-nos com esta relíquia, que é precisamente o oposto. Decidiram, então, pegar na palavra ‘jamais’ e separá-la em duas, que por acaso existem mas não cabem onde as tentam meter. Ouçam: quando querem dizer que nunca, nunca irão fazer determinada coisa, escrevam “jamais”, tudo junto. “Já mais” só pode ser utilizado em frases como “já mais tarde, fui ler o Cultura X”, ou algo do género.



12. Vez/vês 
A confusão entre estas duas palavras também é ligeiramente carcinogénica. “Também vez
a Guerra dos Tronos?” e “Só vi uma vês” são duas frases que, portanto, não têm jeito absolutamente nenhum. ‘Vês’ é uma conjugação do verbo ver e ‘vez’ é o singular de ‘vezes’. Não são a mesma coisa, nem de longe nem de perto.


13. Não tem nada haver 
O verbo haver é, como já vimos, causa de muita confusão na cabeça de quem não é muito bom nesta coisa da escrita. “Não tens nada haver com isso!”, dizem eles, mas nós temos que intervir, para impedir um severo apocalipse linguístico. Gente, a expressão escreve-se “não tens nada a ver com isso”, caso queiram usar essa forma, que, apesar de ser um galicismo, está correcta. Ainda assim, será melhor dizer “Não tens nada que ver com isso”! E sim, nós, enquanto cidadãos preocupados com a saúde de quem lê aquilo que escrevem, temos muito “haver” com isso.


14. Poder/puder 
Aparentemente, existe por aí uma enorme dificuldade em entender a diferença entre estas duas palavras mas o Cultura X, como vosso amigo que é, vai explicar: puder lê-se “pudér” e poder lê-se “podêr”. Isto, sozinho, já deve ser suficientemente explicativo mas, como mais vale prevenir do que remediar, explicamos ainda mais: deve-se usar o ‘puder’ apenas em frases como “se eu puder ir”, sendo ‘poder’ a palavra adequada em todas as outras situações, incluindo “não devo poder ir”.



15. Vírgulas 
Não, desta vez a palavra não está mal escrita. Queremos só dar um pequeno reparo nas vírgulas horrivelmente colocadas. Nunca, nunca, “já mais” se separa o sujeito do predicado de uma frase com uma vírgula (ex.: a minha mãe, foi ao supermercado) e também não se colocam os atributos das palavras entre vírgulas (ex.: a sua, belíssima, mulher). Pode ser?

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Só para lembrar...

Ainda hoje...e amanhã!
BOM FIM DE SEMANA!

Falta só isto...para acabar com a Polio!

Assinala-se hoje em todo o mundo o Dia de Combate à Polio(mielite).

A poliomielite, também conhecida por paralisia infantil, é uma doença infecciosa grave que causa paralisia permanente em determinados músculos. 

Causada por contaminação com o  poliovírus, que pode ocorrer pelo contato oral-fecal, a doença não tem cura mas pode ser evitada através da vacinação.
Foi assim que, desde a introdução da vacina inactivada em 1955 e da vacina viva oral em 1961, a doença foi praticamente eliminada do hemisfério ocidental. Em Portugal, por exemplo,o último caso de poliomielite ocorreu em Dezembro de 1986. 

Neste momento são 3 os países endémicos -Índia, Nigéria e Paquistão- mas com a constante mobilidade existente no mundo teme-se que a doença não fique tão circunscrita assim. De qualquer forma, tem sido muito relevante a evolução, se pensarmos que em 1988 a doença estava presente em 125 países. 

A errradicação da Polio é o grande projeto mundial do Rotary Internacional. Foi em 1979 que vários Rotary Clubs fizeram um primeiro projeto para comprar vacinas e ajudar na sua distribuição a mais de seis milhões de crianças nas Filipinas.Em 1985 o  Rotary International lança o Pólio Plus, o primeiro e maior programa do setor privado coordenado internacionalmente para apoiar uma iniciativa de saúde pública, comprometendo-se a arrecadar US$120 milhões.Em1988,os Rotários de todo o mundo tinham conseguido angariar US$247 milhões para o Pólio Plus, mais do dobro a que se tinham inicialmente proposto.  
A Assembleia Mundial da Saúde aprovou nesse ano  uma resolução para erradicar a paralisia infantil, organizando o lançamento da Iniciativa Global de Erradicação da Pólio. 
 
Hoje em dia ainda é esse o objetivo do Rotary Internacional e dos seus parceiros onde, para além da Organização Mundial de Saúde, da Unicef, do CDC (Centro Norte-americano de controle e prevenção de doenças) e de alguns governos locais, tem especial papel a Fundação Bill e Melinda Gates. Neste momento - de 2013 a 2018- por cada dólar que o Rotary doar para a erradicação da pólio a Fundação Bill e Melinda Gates comprometeu-se a doar  US$2.
A verdade é que já falta pouco e há várias formas através das quais - sendo ou não rotários - todos podemos contribuir...sabendo à partida que por apenas US$0,60, uma criança pode ser vacinada contra a pólio e ficar protegida da paralisia infantil por toda a vida
Para saberem mais sobre a Polio e como ajudar à sua erradicação,sigam por aqui.